9 de jan de 2010

O amor não se engana.

Eu tenho certeza! E muitos de vocês devem mesmo ler e dizer: quanta arrogância, que prepotência. Um ego potente é diferente de um ego inflado. Você não muda nada com isto e nem mesmo você mantem-se você; com isto. Pra que tal esforço? Podes acreditar, eu vou rir quando quiser e chorar e dançar aonde for.

Eu estou na mesma festa. Tenho meus defeitos de cultura, mas os sei bem, não vou me permitir perde-los em marcas. Você fica pasmo na arrogância que posso chegar? Eu já penso que este patamar, é o básico de mim. Me lembro de você atriz menina, quando pus as mãos em ti. Eu te disse ao te ver gostar demais, você está mesmo mal acostumada; e para baixo!

E hoje eu olhei para ti, Silvia. Quatro encontros foi o que tivemos no passado? Eu lembro bem o genuíno encontro; brincadeiras de cabeças dançando de siga o mestre cada um no seu lado do salão. E hoje conversamos sobre o estranho fim. Eu nem o vi, mas ele passou com o tom do tempo. O amor não se engana.

Mas nossa conversa foi mesmo curta, minha fala e meu coração permanece em seu merecido descanso, pois trabalhou demais. Eu não te tenho com amor Silvia. Então quando te abandonei e vi tu beijar aquele homem, eu sorri como o cão. Estive mesmo certo em te despedir. De alguma forma para mim, a vida tem sempre razão.

Fechei meus olhos e nem ao menos te dei as costas. Dei a frente para os que estavam presentes. Ah mas eu te vi! Em descompasso com o rapaz que trocaste teus fluídos. Ele te serviu para o que? Sei que tu sabe, se te serviu para algo, não te serviu para nada. Pois este amor que eu vivo, não tem propósito e nem fim. Ele apenas rasga a pele e come pedaço por pedaço desde os dedos até os cabelos.

2 comentários:

  1. Preciso me preocupar? ou é só um verme se recuperando de um amor a mais?

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  2. O amor não se engana, apenas nos engana as vezes... Mas na esfera ilusória das sensações, dos sorrisos fotografados, dos paladares fraudados, dos beijos ensaiados, dos sentimentos coagidos, se for para se enganar que seja por amar genuinamente. “Preferia um sem número de vezes ter vivido uma vida em que amei mais do que fui amado, do que ter sido amado mais do que consegui amar.”

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