9 de mai de 2013

Uma história dobre minha vida de amor recente (A si Olvidar)

   Ou será que este sofrer de agora você pen(S)a. A paz aquieta o ânimo (nodicionário). E o ânimo é como faz falar a alma, o pulsar, a vida anímica, em suma: tua usina de força! E é assim velho. O que te faz pensar que era menos angustiado que os antigos? Nossa palavra nasceu bem antes, e caminhamos sempre tão distantes, daquele suspiro final. E é certo que ele será igual a qualquer outro que tiveres em vida.

   Trago sempre minha história e o convivio com meus amigos. Não sei se disse isto antes mas repito. Este cara comeu mulher demais. E eu lhe disse assim:

  • Amigo, acho que entre tantos homens que já vi, você foi o que de longe, mais comeu (defradou) as mulheres (silenciamente pensei: mastigou e cuspiu).
  • Pô G. Que isso.. você também é... (e aí tirei o ouvido pois não estabeleci ali um papo de vaidade)

   Quando o homem terminou o discurso lhe disse:
  • Não estava te elogiando amigo.
   Pois para mim este homem não vive. Segue o jogo posto de uma mensagem que circula e prende nossa já suficiente imbecil existência. Sei o que este homem quer, comer o suficiente hoje que se sente jovem, para quando viver o velho, dizer que existiu. Cruel que sou lhe disse assim:

  • Parece que hoje vive pelo amanhã, para amanhã viver pelo passado. Acho que assim, tu nunca existirá. (Mas em meu pensamento libertador disse-lhe assim:)

   Então já que lhe fiz faca a palavra, veja que há alma em teu corpo! Ou qualquer outro nome bagaceiro que lhe valha o ser. Sei que de vez em quando, esta força nos parece vir e que logo se perde. Mesmo que este fracasso se revele em dois ou dez anos você nunca perde o tempo..

Revele-se.

Esqueça-se.

Um tanto.

   Ou amanhã conta histórias de ontem, ou de hoje faz um ontem só para contar amanhã.

Nenhum comentário:

Postar um comentário