2 de out de 2012

O Principe Negro. (Ressurgido)

Eu vivi a história do pequeno. Ser eternamente responsavel por quem cativa. Quero ver dizer que não. Se suportar a dor será.. será? E fiz sempre assim, sobre pedaços de depressão e de corpo misturado. Onde aquilo que é fé escapa o brio.

Gosto de escutar o tempo, esperá-lo e subir na mesa do bar enquanto cantarolo "new york, new york" e dois ou três bebados me erguem os copos. Eu sei que me responsabilizo pelo cativo. Mas eu não venho com proposta de escravidão. Ou será que venho? Quero a mulher só para mim. Mas isto é me tornar cativo também. E é aí que nos misturamos.

Mas eu sei bem, que amo. E isto vai por aí. É do encontro. Que nunca é tão amor, do que quando se perde. Fora isto sei bem, somos cativos. E por aí me responsabilizo. Vivo uma vida cheia de prisões, que as obedeço sem pestanejar. Trabalho, familia, residêcia. Mas quando chega a mulher me sinto sóbrio para escolher largar?

Não mesmo! Um sacrificio que valha a pena é, afinal, o que espero para enfim morrer. E morrer por amor, deve ser como morrer pelo nada cabal. Morrer por amor é desejar perdurar o tempo. Ainda que seja uma bela de uma bosta ilusão - não dá para viver verdades. O que dá é para vivermos as ilusões. Difícil é não se culpar por ter se iludido.

A grande potência de viver é se iludir com desejo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário